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Reunião técnica com secretários municipais de Educação das Prefeituras do Extremo Sul foi sobre o Plano de Ações Articuladas PAR. Foto DivulgaçãoA Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, por meio da Supervisão de Articulação com os Municípios da 21ª Gerência Regional de Educação (Gered), juntamente com a Diretoria de Articulação com os Municípios da Secretaria de Estado da Educação (SED), promoveram na tarde desta quinta-feira, 16, no auditório da ADR, uma reunião técnica sobre o Plano de Ações Articuladas (PAR), voltada aos secretários municipais de Educação das Prefeituras do Extremo Sul.

As orientações foram prestadas pelo gerente da Diretoria de Articulação com os Municípios da SED, Plauto Mendes, e pela supervisora de Articulação com os Municípios da Gered Araranguá, Rosmere Macalossi, com a participação da gerente Regional de Educação, Celina Hobold da Rosa. “O Plano de Ações Articuladas é a essência do planejamento da rede municipal. Ele faz parte do Plano de Desenvolvimento da Educação que todos os Municípios assumiram compromisso de construir. É uma plataforma onde o gestor faz o planejamento futuro dos próximos dois, incluindo formação pedagógica, infraestrutura, entre outras questões importantes”, disse.

O Plano de Ações Articuladas (PAR) é o conjunto de ações, apoiado técnica e financeiramente pelo Ministério da Educação, que visa o cumprimento de metas do Compromisso Todos pela Educação, sendo base para o termo de convênio ou cooperação firmado entre o MEC e o ente apoiado.

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DSC 0570Depois de dois dias de programação intensa, foi encerrada nesta sexta-feira, 17, a XII Feira Estadual de Ciência e Tecnologia, em Florianópolis.  O evento, realizado no ginásio do Instituto Estadual de Educação, reuniu cerca de 330 participantes entre alunos e professores que apresentaram 99 trabalhos para um público aproximado de 6.000 pessoas.

Os temas dos projetos foram variados, envolveram saúde, alimentação, tecnologia, acessibilidade, meio ambiente, entre outros. Os trabalhos foram resultados das observações dos estudantes e professores nos problemas, necessidades e oportunidades nas comunidades escolares.

DSC 0447O processo de avaliação desta edição foi diferente das anteriores. Pela primeira vez os 45 avaliadores utilizaram tablets que enviaram os dados das avaliações diretamente para um computador central que calculou as notas finais dos projetos.

O resultado foi divulgado na solenidade de encerramento que contou com a presença do secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps e demais autoridades da educação.

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Alimentação saudável, produtos para celíacos e os riscos do consumo de agrotóxicos foram temas abordados pelos estudantes na XII Feira Estadual de Ciências e Tecnologias. Alunos exploraram forma de consumo consciente de produtos orgânicos e sem glúten.

Alunas produziram receitas com produtos suadáveis. Foto Thiago Marthendal SEDNo projeto Alimentação Saudável as jovens Nathalia Telles e Jenifer Lemes, estudantes do 8º ano do Ensino Fundamental da EEB São José, de Navegantes, Gered de Itajaí, desenvolveram receitas de refeições balanceadas utilizando produtos plantados na horta da própria escola. O trabalho dos alunos na produção vai desde a busca pelas sementes até a preparação das receitas.

Nathalia conta que todos os alunos da escola participam da produção. “Os mais novos nos perguntam quando vão poder mexer na horta, quando vai ter plantação. É muito divertido ter o envolvimento de todo mundo nesse projeto tão significante para nós”, destaca.

Produtos sem glúten foram apresentados em projeto. Foto Thiago Marthendal SEDO glúten foi tema abordado pelas alunas do 8° ano da EEB Bruno Heidrich, Alana Dallabona izidoro e Maria Carolina Dalmolin. No projeto Viver feliz sem glúten, foram apresentadas opções diferenciadas de alimentos e até produtos de higiene destinados à pessoas celíacas.

A ideia e realizar o trabalho surgiu quando as estudantes observaram a quantidade de pessoas celíacas vivendo no município, sendo algumas delas parentes próximos dos colegas. “Resolvemos pesquisar o que acontece no corpo quando uma pessoa é celíaca e com isso elaboramos algumas ações. O resultado foi muito positivo tanto para nós que produzimos, quanto para quem participou”, explica Alana. A turma do 8º ano realizou oficinas e até uma réplica gigante do intestino delgado para demonstrar a ação do glúten em pessoas celíacas.

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Alguns trabalhos apresentados na XII Feira Estadual de Ciências e Tecnologias trouxeram à tona importantes discussões, a exemplo da corrupção e ensino de gênero. Trabalhando de forma didática e objetiva, alunos do ensino fundamental derma uma verdadeira aula de cidadania.

Alunas abordaram discussão de gênero de forma criativa. Foto Thiago Marthendal SEDCom o projeto Gênerocast: um podcast sobre a importância do ensino de gênero e sexualidade nas escolas, as estudantes Julia Portela Moreira e Maísa L. Coutinho, do 8° ano do Ensino Fundamental da EEB Castro Alves de Araranguá, apresentaram de forma criativa dados resultados de uma intensa pesquisa acerca do tema.

A dupla explica que o objetivo do trabalho foi despertar nas pessoas a consciência de que o preconceito gera impressionantes índices de violência. “A falta de conhecimento desperta o pior nas pessoas, e isso inclui o preconceito. Quando vimos os dados de violência, por exemplo, foi uma surpresa. Pretendemos continuar com o projeto para cada vez mais levar o conhecimento para as pessoas”, destaca Maisa.

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feira ensino tec 1Além do espaço tradicionalmente voltado para a o ensino fundamental e médio, a XII Feira Estadual de Ciências e Tecnologias também é local de prestígio para trabalhos de jovens e adultos das modalidades de ensino profissionalizante. Com projetos que variam desde a automação industrial com uso em sala de aula até a adaptação de casas para o consumo de energia limpa, as ideias estão sendo apresentadas ao longo da feira que terá seus campeões anunciados nesta sexta-feira, 17, em Florianópolis.

Percebendo o desafio que é para alguns professores e alunos de ensinar e compreender o ensino de Ciências, principalmente da Física e da Química com seus conteúdos teóricos, os alunos Fabricio Roskowski e Luiz Alberto Steinbach trouxeram para a Feira um projeto que busca aproximar o ensino de matérias teóricas para o cotidiano dos estudantes. O trabalho proporcionou a constituição de um laboratório, uma oficina experimental de Física tendo por base de criação os conceitos da Educação Ambiental e o aproveitamento de materiais.

“Nós, professores do ensino regular, quando lecionamos em uma escola técnica, temos que de alguma maneira aproximar o ensino da realidade do estudante. Nosso objetivo final é a criação de um manual de práticas contínuo para ser divulgado também para outras escolas, proporcionando assim a montagem de laboratórios técnicos como o nosso em diversas unidades de ensino”, destacou o professor orientador do projeto, Cristian Eduardo Da Silva.

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fotos materia segundo dia Thiago Marthendal 2Iniciando o segundo dia de apresentações com muita energia na XII Feira Estadual de Ciências e Tecnologias, em Florianópolis, alunos de várias regiões de Santa Catarina estão trazendo trabalhos focados na sustentabilidade. Cada um destes projetos nasceu da observação do cotidiano de suas comunidades escolares e cidades mostrando um pouco da realidade de cada local e das iniciativas ambientais pensadas por alunos e professores para a resolução das dificuldades de cada espaço. Nesta sexta-feira os trabalhos começam a ser apresentados às 9h e o evento de fechamento e premiação será a partir das 15h com participação de autoridades.

Vindos da EEB João Tolentino Junior, da Gered de Ibirama, os alunos Bernardo Jungklaus E João Lucas Comandoli May desembarcaram na feira com um grande histórico de ações voltadas a reciclagem no trabalho Alumínio: Leve e Versátil, Porém Insustentável! “Nossa escola trabalha com um programa de reciclagem de alumínio desde 2011, já tendo, num total, reaproveitado mais de seis toneladas do material”, destacou com orgulho o jovem João de 12 anos.

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DSC 0264Atentos as necessidade dos deficientes físicos e dos portadores de restrições de mobilidade, os alunos da Rede Estadual de Ensino apresentaram na XII edição da Feira Estadual de Ciências e tecnologias uma série de projetos pensados em melhorar a vivência destas pessoas frequentando espaços escolares ou transitando pela cidade. Orientados por professores e cartilhas, os estudantes trouxeram o debate sobre o tema para dentro do dia a dia da comunidade escolar.

Nascido da observação da cidade onde vivem, os estudantes Luis Felipe Rezende e Carlos Fellipe de Oliveira, ambos de 14 anos, apresentaram no evento o projeto Calçada para Todos, que busca identificar e propor correções para os espaços de calçadas e rampas. Focado em sua cidade, Rio do Sul, os alunos investigaram os padrões técnicos que definem quando um espaço de caminhada é ou não acessível e correto para ser utilizado por pessoas com necessidade especiais. “Trabalhamos com as disciplinas de Matemática, Geografia, Artes e Português para descobrir como um deficiente se sente em ambientes não adaptados e então pensar no que fazer para mudar essa situação”, destacou Luis.  Ao completar os estudos os alunos, que junto com outros colegas formaram seis equipes, calcularam os custos de implantação de calçadas corretas e adaptadas e enviaram cartas à prefeitura da cidade cobrando por mudanças.

Já na Gerência Regional de Dionísio Cerqueira os alunos Kaue Alan Rangel e Kelen Gisch buscaram uma aproximação diferente para o problema da acessibilidade e mobilidade para, especialmente, os deficientes visuais. Inspirados pelos kits LEGO que a escola Prof Elza Mancelos De Moura possui e pela constante revolução tecnológica, os estudantes do Ensino Médio Integrado à Educação Profissional desenvolveram um Robô Guia, nos mesmos padrões dos cães treinados, par auxiliar no cotidiano dos cegos.

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Alunos explicam sistema circulatório por meio de maquete. Foto Osvaldo Nocetti AscomConhecer o corpo humano, aprender sobre saúde e conscientizar sobre a importância da doação de medula óssea. Foram esses os objetivos de alguns dos trabalhos apresentados na XII Feira Estadual de Ciência e Tecnologia da Educação Básica e Profissional de Santa Catarina.

Estudantes alertam sobre importância da doação de medula óssea. Foto Osvaldo Nocetti AscomA dupla Lorrayne Krueger e Ricardo Spagnol, da EEB Prof Luiz Sanches B Da Trindade, do município de Xavantina, Gered Seara, fizeram uma espécie de maquele do sistema circulatório no projeto Toc Toc: as batidas do coração. Utilizando isopor,  seringas, tubos e tinta, os estudantes explicaram como funciona a circulação de sangue pelo corpo. 

O objetivo principal do trabalho foi alertar sobre a importância dos cuidados com o coração. "No Brasil uma das maiores causas de morte é por problemas cardiovasculares. As pessoas acabam não se preocupando muito com isso e por isso resolvemos fazer o projeto", explica Lorrayne.

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Cidadania, o antídoto para a corrupção este é o título da crônica do estudante Felipe Frizon, 17 anos, da escola estadual Dom Orlando Dotti, de Caçador, classificada em primeiro lugar no IV Concurso Estadual de Redação, promovido pelo Tribunal de Contas de Santa Catarina, com apoio da Secretaria de Estado da Educação. O concurso abordou o tema Transparência e Cidadania com o objetivo de levar aos estudantes catarinenses do ensino médio à discussão sobre a qualidade dos gastos dos governos e os mecanismos de combate ao desperdício do dinheiro público. 

De acordo com o estudante caçadorense, ele já esperava ficar entre os finalistas pela dedicação para elaborar a redação. Mas a conquista do primeiro lugar foi uma surpresa. ?Estou muito feliz por ganhar o concurso, com apoio do professor e da escola, e por escrever sobre um tema tão atual e importante. Espero que minhas palavras ajudem os demais a refletir sobre o mundo que queremos para viver?, disse Felipe, que foi orientado nesse trabalho pelo professor Cassiano Rocha De Lara Picolotto.

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IMG 0188Assuntos pertinentes, importantes, porém pouco discutido com os jovens. Os casos de depressão e de gravidez na adolescência crescem e não preocupam somente os profissionais da saúde e da educação, mas também os próprios adolescentes. Estes assuntos estão sendo apresentados por duas equipes que estão na Feira Estadual de Ciências e Tecnologias, que está sendo realizada no Instituto Estadual de Educação, em Florianópolis até esta sexta-feira, 17.

Com a campanha Adolescer: Eu acredito na vida, Maria Helena Ribeiro, 17, e Emanuelle Formento de Matos, 15, movimentam a comunidade escolar desde junho. As estudantes do ensino médio da EEB Irmã Irene, de Curitibanos, idealizaram o projeto após pesquisas e levantamentos estatísticos de casos de depressão na adolescência. “Mais de 350 milhões de adolescentes entre 14 e 18 anos tem depressão no mundo, essa é a faixa etária dos nossos colegas por isso achamos interessante esse tem”, ressalta Helena.

A ideia do trabalho é aproximar os colegas e os profissionais da escola para entender um pouco mais sobre o mundo dos adolescentes, além de incentivar os colegas a terem diálogo no ambiente familiar. Em uma ação conjunta com o setembro amarelo, que promove a conscientização sobre os casos de suicídio, a campanha levou à escola, psicólogos, farmacêuticos entre outros profissionais para um bate papo sobre as causas da depressão.

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