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HackathonNo último final de semana, nos dias 23 e 24 de novembro, o Cedup Timbó sediou a 9ª edição do Hackathon Shift Smart Cities, a terceira pensada para escolas. Essa é a segunda vez que o Cedup Timbó recebe o evento e reúne alunos, mentores, professores e patrocinadores em um só lugar. Das cinco equipes participantes, três foram finalistas e receberam premiações.

Guilherme Vilela, aluno do Cedup Timbó, César Augusto Havenstein, da EEB Ruy Barbosa e André Guilherme Theilacker, estudante da EEB Prof Júlio Scheidemantel, conquistaram o primeiro lugar do evento com o protótipo Minus, que objetiva facilitar o cotidiano e a aprendizagem de pessoas surdas e cegas. A ideia surgiu ao ver um amigo que é surdo passar por grandes dificuldades em seu dia a dia por não entender português. Assim, os jovens pensaram em criar um aplicativo que transforma um texto físico em virtual. A partir de uma foto, a escrita pode ser traduzida para outras linguagens, como braile e libras.

“Participar do Hackathon foi uma experiência que eu nunca tinha vivido. Queremos implementar a ideia no futuro e criar mais ambientes on-line, onde a pessoa que tem dificuldades poderia pedir ajuda de algum voluntário para ajudá-la via internet”, aspira Guilherme Vilela, aluno do Curso Técnico em Eletrônica.

Projetos pensam em soluções para a sociedade

Hackthon 2A ideia do evento é propor melhorias para ajudar as cidades em diferentes aspectos, como saúde, educação, transporte público, entre outras causas. A programação foi totalmente gratuita para os alunos do Cedup Timbó e para a comunidade em geral. “Essa edição foi sensacional, inovadora. Os alunos deram conta do recado. Muito deles eram principiantes, mas conseguiram trazer resultados e mostrar o valor das construções”, conta Carlos Rogério Silva, formador do Hackathon.

Essa edição abordou soluções para cidades inteligentes com os temas: mobilidade, casa, construção, energia, comércio, cuidados e sociedades inteligentes. O evento reuniu pessoas com diferentes conhecimentos e faixas etária para permitir uma integração e troca de informações. “É muito importante ter eventos gratuitos inovadores e de empreendedorismo para o Cedup Timbó e para toda a comunidade. É significativo ter parcerias como essas para o desenvolvimento educacional dos estudantes”, afirma a diretora do Cedup, Rafaela A. Schneider Hinsching.

No evento, o segundo e o terceiro lugar ficaram com alunos do curso técnico em Informática do Cedup Timbó. O projeto Energy Mine, na segunda colocação, cria uma solução de sistema intermediário entre empresas que produzem e compram energia. Já o terceiro colocado busca acabar com filas nos mercados usando etiquetas RFID com o projeto Mercado Inteligente.